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Dia da Mulher

  • 07 Março 2019
  • Artigos

Quando se pensa em invenções tecnológicas e na sua consequente proteção, é inevitável a perceção de um mundo dominado por homens, no qual as mulheres são mencionadas esporadicamente. Contudo, é de salientar que durante décadas, e particularmente no século 21, as mulheres têm tomado uma posição cada vez mais predominante na inovação, estando cada vez mais cientes dos benefícios da Propriedade Industrial.     

Um caso particular, é a Dr.ª Giuliana Tesoro, imigrante italiana nos Estados Unidos, doutorada em química orgânica e que durante a sua longa carreira de investigação acumulou mais de 125 patentes nos Estados Unidos em áreas relacionadas com compostos orgânicos e processamento de têxteis. De facto, este é um número bastante impressionante para qualquer inventor, e especialmente para uma mulher, durante os anos 60 e 70. Uma das suas invenções mais conhecidas são as fibras retardantes de fogo, que contribuíram significativamente para o desenvolvimento de tecidos hoje em dia utilizados em áreas como as forças armadas e a proteção civil.       

Mais recentemente, temos o exemplo da Dr.ª Elvira Fortunato, investigadora e professora catedrática na Universidade Nova de Lisboa, cuja investigação na área da eletrónica de papel levou-a a ser uma das finalistas ao prémio Europeu de Inventor do Ano de 2016, organizado pelo Instituto Europeu de Patentes.

Esta é apenas uma pequena amostra comprovando que as mulheres têm, e sempre terão, um contributo altamente importante para o avanço da ciência e tecnologia mundial, ultrapassando as barreiras discriminatórias e os estereótipos impostos pela sociedade.

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